Vivendo no Mundo da Lua

Thursday, October 28, 2004

Para quem eu diria sim

Aviso e comunico: esse será um post sobre as minhas paixões.

A primeira grande paixão da minha vida foi um menino que tinha na minha pré-alfabetização... o nome dele era Vítor, se não me falha a memória. E eu o dividia com duas outras amigas (a Lara e a Lia). Acho que foi a primeira vez que eu descobri que garotos existiam.


Ele inaugurou uma extensa fieira de paixões, algumas reais e outras não. O engraçado era que em geral o objeto das minhas paixões era imaginário (freqüentemente personagem de algum livro que eu estava lendo na época). E não adianta argumentar comigo que eles não existem. Eu me apaixonava seriamente, até sofria!
Minha paixão de papel seguinte, na verdade, veio com um agravante. Além de não existir no plano real, ele era um cachorro. Era o Dartagnan, o cãozinho espadachim do desenho do "Clube da Criança". Eu achava o tema da abertura ("Dartagnan, Dartagnan é um valente e forte/Dartagnan, Dartagnan, a enfrentar a morte...") o máximo. Até cantei essa música uma vez no programa da Xuxa (na época em que ainda passava na extinta TV Manchete).
Depois de um intervalo razoável, me apaixonei perdidamente, na 3ª série, pelo Antony, personagem de uma série de livros entitulada “O Pequeno Vampiro” (que ainda existe), mas o troquei rapidamente pelo Almanzo (o nome é esse mesmo... não escrevi errado não) quando, no ano seguinte, cheguei ao 5º volume de uma outra série que guardo até hoje (sobre a vida de uma americana chamada Laura Ingalls).
Saindo dos livros para o cinema, caí de amores pelo arqueólogo-arrojado-e-professor-tímido Henry Jones Jr, mais conhecido como Indiana, ou Indy, para os íntimos. Assisti a seus filmes até decorar as falas todas.
Aí os desenhos voltaram a me influenciar, e meu primeiro escolhido foi o Seya, dos “Cavaleiros do Zodíaco” (série que, aliás, voltou a passar no Cartoon!). Não me perguntem porquê, mas achava o adolescente magrelo que tirava sua força da constelação de Pégasus o máximo... não perdia um desenho e até gravava!
Mais tarde descobri os X-Men. E o Volverine!! Logan me chamou a atenção primeiro nos quadrinhos e depois lá no desenho que passava na emissora do falecido Roberto Marinho. De-tes-tava a outrazinha que desprezava seu coração. E quando o filme saiu, a personificação do mutante violento-mas-bonzinho feita por Hugh Jackman me deixou passada.
Do Volverine voltei para os livros, e me apeixonei perdidamente pelo Rei Arthur!! Quer alguém mais perturbado do que isso? Devorava qualquer livro que contivesse passagens falando do meu herói predileto lá pelos meus 14 anos. E rezava à noite pedindo para Deus castigar bastante aquele traidor do Lancelot e a p. da tal da Guinevere. Humpf! O personagem épico inglês não personifica tudo o que eu mais queria em um homem? Olha só: sinceridade, fidelidade aos companheiros e aos seus ideais e coragem, com um toque de barba mal-feita e cabelos desgrenhados... ai, ai, ai. Só bem mais pra frente fui cair na real e entender que ele devia ser fedido à beça (porque não tomava banho) e provavelmente nem foi rei coisa nenhuma.


Ao longo dessa trajetória garotos de carne e osso pouco me interessavam. Sinceramente? Eles eram muito bobocas, não tinham super-poderes nem eram educados e cavaleiros como os moçoilos de antigamente.

Mas aí as coisas passaram a mudar, e os meninos da minha escola, a me interessar. Não vou contar detalhes escabrosos, porque eles não existem. Na escola eu era muito comportada (de verdade) e raramente ficava com alguém (é possível contar nos dedos de uma mão o número de garotos que eu beijei até entrar na faculdade). No máximo ficava hooooras conversando com alguém, passando recreios juntos, até o carinha desistir de mim e ir paquerar uma menina menos enrolada.

Óbvio que tive paixões platônicas. A mais duradoura foi por um menino que vou chamar aqui de Elvis (para proteger sua identidade). A escola inteira sabia que eu era caidinha de amores pelo rapaz, inclusive, é claro, ele próprio, que sempre fez questão de ser muito meu amigo. E só. Humpf! Eu chorava escondida, me enchia de esperanças se eu espirrasse e ele falasse "saúde", escrevia trechos de músicas românticas na agenda e esperava algo acontecer.
Ele era meio pegador (ou galinha, depende do ponto de vista), e ficou, eu acho, com 90% das meninas pegáveis na escola àquela época (menos comigo, óbvioevidente). O problema é que eu ficava esperando um príncipe com cavalo branco (já escrevi aqui sobre meu sonho de ser princesa) e os rapazes de 18 ou 19 anos com hormônios em ebulição não me pareciam muito princepescos.

A faculdade merece uma história à parte... não apenas pelos namorados, mas também pelas estripulias na época de solteira - algumas parecendo extrados de "Sex and the City". Mas foi uma época interessante, onde eu desvendei vários mistérios do mundo masculino (como, por exemplo, que homens em geral são mais supersticiosos do que a gente – em especial quando se trata de futebol – ou que são muito, mas muito inseguros – e eu achava que insegurança era uma coisa feminina), e me surgiram outras dúvidas. Mas esse é um assunto para um próximo post.

Beijocas.

PS: Carlinha, pode deixar que você receberá seu alfajor.
PS2: Felipe e Fabrício, não adianta colocar “ok” para o mesmo comentário entrar várias vezes, porque do ponto de vista dos prêmios prometidos eles contam só uma vez.
PS3: Meu lindo, deixa de ser bobo.

Thursday, October 21, 2004

Vontades

Hoje me deu uma vontade absurda de tomar sorvete de doce de leite da Sem Nome. Lembram dessa sorveteria? Pois é... ela não existe mais. Aí comecei a pensar no monte de coisas que eu queria fazer e não faço. Vou dizer as minhas, e ganha uma paçoca quem disser o que queria fazer também

Eu queria terminar de ler o livro que analisa a obra de Shakspeare, mas sempre fico com sono.
Eu queria ver menos TV, toda hora tem um programa ótimo passando.
Eu queria ter músculos mais firmes, mas de-tes-to musculação.
Eu queria que fosse sábado, mas ainda é quinta-feira.
Eu queria ser vegetariana - dizem que é mais saudável - mas não posso ver um bife.
Eu queria entrar de férias, mas nem saí delas ainda.
Eu queria ser menos pateta, mas não consigo prestar atenção nas coisas.
Eu queria escrever um livro, mas não sei por onde começar.
Eu queria fazer um piquenique, mas não tenho cesta nem toalha xadrez.
Eu queria ouvir um disco novo Beatles, mas cheguei atrasada.
Eu queria jogar Master, mas o jogo está lá em Friburgo.
Eu queria ter salário fixo, num emprego bacana, fazendo exatamente o que gosto mas com flexibilidade de horário, mas isso todo mundo quer.
Eu queria bolinhos de chuva da vó Melita, mas ela não está mais aqui.
Eu queria ver “Kill Bill 3”, mas o Tarantino fez só até o 2.
Eu queria ser pianista, mas apesar dos meus anos a fio de aulas, não toco bem.
Eu queria ganhar na Mega Sena, mas de vez em quando esqueço de apostar.
Eu queria comprar um pogobol, mas a Estrela deixou de fabricar.
Eu queria gravar um disco, mas não tenho banda.
Eu queria fazer ginástica olímpica, mas passei da idade.
Eu queria pintar o cabelo, mas não sei de que cor.

Eu queria saber porque tem gente que ignora que dar mole pra quem está acompanhado é falta de noção.
Eu queria saber porque tem carinha que não liga no dia seguinte, ou porque alguns somem, mas o universo masculino está além da minha compreensão.
Eu queria poder proteger todas as pessoas queridas, para elas não se machucarem com o Mundo, mas não dá.
Eu queria ver coala e canguru, mas a Austrália é longe. Queria também ver as pirâmides - o Egito é mais perto... talvez ainda dê para ir lá.
Eu queria saber contar piada, mas sempre começo pelo fim ou fico rindo na hora errada.
Eu queria ver um OVNI, mas dizem que essas coisas não existem.
Eu queria ser princesa, mas nasci no país errado.
Eu queria ser fada, ou bruxa, mas eles vivem escondidos de nós.
Eu queria poder curar a Tia Lourdes, ou fazer com que a doença dela passasse para mim, para ela não sofrer... mas essas coisas não funcionam assim.


Tuesday, October 19, 2004

Sobre os meus domingos...

Deixei para escrever um post especial para um dos meus maiores motivos para começar a semana bem: os treinos de domingo.

Então estamos, eu e o Felipe, sentados tomando chope com o Breno e a Joaninha (que já ganharam post aqui) e o Fabrício e a Suki, terminando a sexta-feira [lembrete: algum dia tenho que escrever sobre as peripécias para conseguir mesa naqueles circuito lá da Conde Bernadote e sempre acabar no Na Pressão mesmo]... eis que surge na mesa a frase: "ô Felipe, você não vai acabar com essa história de Jogos não?".

Humpf! Adoro meu cunhadinho/irmão, mas ele teima em implicar com o meu amor por jogar pela Uerj. Nem ele nem minhas irmãs, nem meus pais, nem a maioria dos meus amigos não-uerjianos entende porque eu largo o que for para ir no domingo treinar, no sábado jogar, e estar lá em qualquer dia da semana à noite para entrar em quadra. Semestre passado andamos treinando basquete sexta-feira às 20hs... e dava um trabalhão explicar que eu ia realmente treinar em um horário onde o resto da humanidade ia tomar chope.

O motivo? Simplesmente porque é bom de-mais!! Eu adoro ir encontrar minhas amigas e correr até ficar morta! Depois "almoçar" uma besteira qualquer, voltar e brincar de ser feliz mais um pouquinho e voltar pra casa satisfeita. Porque eu adoro jogar... qualquer coisa, na verdade. Tenho um amigo que sempre brinca dizendo que se me chamam para jogar taco às 3 da manhã eu levanto, me visto e vou (aliás, taco é divertidíssimo, vocês não acham? Faz um tempão que não jogo...). Sou ruim à beça, eu admito. Descordenada e beeem pateta... mas ninguém pode dizer que não tenho disposição. E por isso vou lá na Uerj passar o dia jogando basquete, hand e, ocasionalmente, futsal (nesse sou ruinzinha meeeeesmo). O treino de vôlei é minha hora do almoço.

Treino quarta-feira à noite? Estou lá!! Jogo sábado às 8 da manhã? Contem comigo!!

E é por saber disso desde sempre (porque o Felipe estudou comigo) que ele nem se mete. Na verdade desconfio que no conforto do seu lar fique até achando divertida essa animação toda. Ele não reclama e simplesmente já arruma algo mais para fazer nos dias que eu aviso que tem treino (em geral ele vai mesmo é trabalhar). Quanto aos Jogos ele faz cara feia, porque acha que não tem mais idade pra isso, mas lá no fundo gosta também...

Aliás, essa história de treinos/jogos deveria já ter me avisado que meu ex-namoro estava fadado ao fracasso. Vocês acreditam que eu tinha que MENTIR para ir treinar? Assim mesmo!! Acordava cedo e deixava avisado em casa que se o B. ligasse era para dizer que eu tinha ido caminhar na praia... se ele ligava para o celular eu dizia que estava em outro lugar, porque se eu fosse treinar ele brigava comigo, humpf! Dizia que se eu podia acordar cedo para ir treinar tinha era que acordar cedo e ir lá ficar com ele; que o tempo que eu dedicava à Uerj deveria ser dedicado a ele. E não adiantava eu argumentar para ele marcar algo com algum amigo, para aproveitar o dia... nada dava certo. E todos os Jogos Jurídicos era a mesma hitória: discussões intermináveis para irmos (porque eu queria ir, e sem ele não podia), que sempre terminavam com ele indo emburrado, se divertindo à beça (tanto que quando eu falava que ele não queria ir ninguém acreditava) e arrumando uma desculpa qualquer para brigar comigo na volta. Todas as vezes. Cansativo, não?

Eu juro que não entendo como as pessoas conseguem namorar, casar, ter rolos ou qualquer coisa do gênero e não entender as paixões de seus companheiros. Quer dizer: se você gosta da pessoa, quer que ela fique feliz, certo? E se isso vem de algo legal e saudável, porque implicar? Então não entendo essas namoradas/esposas, namorados/maridos que implicam com as "peladas" semanais, ou com a academia, ou com hábitos saudáveis como velejar, jogar bola, correr na praia... A pessoa tem que ser muito extremamente psiquicamente possessiva para achar ruim. Oras! Como podem ter ciúmes de algo assim?

Eu li hoje que as esposas/namoradas deveriam considerar as "peladas" semanais como uma creche para adultos... e concordo. "Exercita o corpo, dá liberdade. (...) Lá eles estão seguros e felizes feito bebês." Tudo bem que eu sempre volto pra casa cheia de hematomas, cansada e dolorida... umas duas vezes até com algum membro torcido... ou zangada porque perdemos de não-sei-quem em algum esporte. E que às vezes fico cansada a ponto de dormir durante aquele filme que queria ver há semanas, ou cochilar em plena mesa do restaurante... Mas faz bem. E quem gosta de mim sabe disso.


Monday, October 18, 2004

Parando para pensar

Tem dias que tudo parece motivo de questionamento. Será que estamos no caminho certo? De onde viemos? Para onde vamos? Por que algumas pessoas buscam a beleza a qualquer custo? Porque outras são tão sem-noção? O que eu vou fazer quando crescer?

Não sei dar resposta para quase nada. Mas uma questão freqüente do momento, acho que consegui dissecar: "O que a gente precisa para ser feliz?" É pouco...beeeem pouco.

Nos últimos meses fiquei triste porque meu dinheiro no banco tá acabando, porque não tenho emprego e me aborrece a falta de trabalho. Porque não vou mais apresentar artigo em Madrid. Me irritei porque o carro quebrou de novo, porque tinha obra lá em casa e o barulho estava beirando o insuportável... Fiquei aborrecida em perceber a maldade que às vezes parece inerente nas pessoas, as mentiras que pessoas que não te conhecem são capazes de inventar e da falta de grana para a obra social da Igreja (e eu novamente sem poder fazer nada... juro que se fosse rica sustentava aquilo lá sozinha).

E aí bateu uma tristeza imensa... uma vontade de não levantar do sofá.

Mas, sabe? Nada disso pode ser motivo para arrancar a felicidade aqui do coração. E foi pensando assim que eu resolvi que ia me animar de novo. Sabem porquê? Andei limpando meu computador e me perdi vendo fotinhas... Tem eu aos 2 anos de coelhinha, e depois aos 5. Eu e minhas irmãs pequeninas e depois já crescidas... e vários momentos legais.

Cheguei, durante essa semana, a ter saudade da época em que as imensas preocupações da minha variavam entre como enfrentar a prova de ciências e o que pedir no Natal... quando o dia passava da seguinte\maneira: ia pra escola às 7h00 e "estudava" até 12h40. Voltava pra casa e comia qq coisa disponível (sem me preocupar com o conteúdo calórico). Assistia um pouco de TV, ia pro play encontrar a molecada e ficava por lá 17h30 - a variação eram os dias em que tinha balet (e mais tarde inglês), quando eu via TV e saía pro curso. Voltava pra casa, e ia tomar banho. Jantava, via novela, jogava video-game e dormia. Ponto. Os dias eram assim.

E eu era muito feliz. Por quê? Porque nada era complicado!! Não precisava de carro pra quebrar, o trabalho de fazer lição era engolido em questão de meia hora, e não precisava me preocupar com o que fazer (já tava planejado). Não conhecia gente mesquinha ou malvada – ou se conhecia, não identificava desse jeito.

Tudo bem, não é possível esquecer 100% das obrigações e ignorar um rombo no banco. Mas dá para equilibrar, colocando o peso correto nas coisas. Ter uma doença incurável é terrível. Não poder viajar é, no máximo, motivo para se chatear por 15 minutos e esquecer. E ganhar um hematoma é hilário! Ainda mais tendo percebido que ele se parece com uma joaninha.

Melhor encarar as chateações como se tivéssemos 8 anos.Às vezes fica meio ridículo... às vezes vão te chamar de sonsa... e àsvezes precisa de um espírito muito "Poliana" de ser...Mas tem muita gente grande merecendo um sorvete escorrendo pelo braço, um dia de preguiça na frente da TV, uma gargalhada boboca e sem motivo daquelas que fazem doer a barriga.

É pouco, não é? Mas é a resposta mais simples, eu acho. Porque vocês já pararam para pensar quanta coisa em nossa vida toma uma proporção maior do que deveria?

Eu detesto quando minha inclinação para o drama ganha do me bom senso... e ultimamente isso tem acontecido. Mas não mais.

Muitas beijocas.

Thursday, October 14, 2004

É impressionante...

... a quantidade de papel que uma pessoa acumula ao longo de duas faculdades.

Essa foi uma declaração de alguém que passou o dia inteiro arrumando armários e jogando xerox de cadernos fora.

Ah! Alguém assistiu ao jornal da CNT hoje ao meio-dia? Me diz aí se eu apareci...

Beijocas.

Wednesday, October 13, 2004

Gatíssimas!!



Olha quanta mulher bnonita tinha na festa de Formatura das meninas, na segunda à noite!! Todas com vestidos e penteados dignos de baile de novela da Globo, eheheheh.

MUUUUUUUUITO BOA A FESTCHINHA!!

Me diverti horrores! Adorei as formandas, a festa, a música... tudinho!!

Pontos altos:

1) Formandas ao alto:
Carlinha, realmente a parte de jogar todo mundo para o alto foi irada!! Até a Marcelinha Trigo entrou na dança. Let foi jogada duas vezes... e Joakina pulou do palco!!

2) Embebedamos a Zuzu
Eheheh tem poucas coisas mais divertidas do q a Juju me cutucar evirar a taça de cabeça pra baixo, indicando que o vinho acabou e queela queria ir pegar mais.

3) Famílias das venenosas dançando (com destaque especial para as 659.876 irmãs da Let)

4) Bia sumida com o noivo Harley
Bia Jourdan, sumidona, além de dar o ar da graça dançou pra caramba eainda saiu de lá bebinha. Tadinho só do harley, q ficou meio sozinhoalgumas vezes...

5) Martinha e Sr. Martinha
Sem comentários. Fofíssimos vc e o Flavinho, sua declaração apaixonada e apaixonante, e ele no final da festa me tranquilizando (eu, q estava alucinada) q ia cuidar direitinho de vc.

6) Aninha
Passou mal à beça e pôs a culpa na comida mexicana... então tá.

7) Tudo bem...
Bebi à beça mesmo... confesso. Mas a culpa foi da Zuzu, q toda hora queria ir lá pegar mais vinho, ahahahahahaha. Declaração cara-de-pau de quem pegava dois copos de chopp por vez na bandeja...
Carlinha, consegui levantar da cama muitíssimo bem no dia seguinte.
Felipe, depois de ir lááááá na Barra deixar a Aninha, me trouxedireitinho, sã e salva. Detalhe que eu cheguei em casa tremendo, comum frio surreal (de verdade: eu tremia como se estivesse na neve), morrendo de fome e cismada q tinha q tomar Ades...

8) A família da Let é lindona!!
Um beijo pras irmãs Taquete Vaz, e para o super-homem da casa, que conviveu com nada menos do que 6 mulheres se arrumando para festa em sua casa e não enlouqueceu.

9) Leading Singer
Então tá, né? A mulher, gordona, cantando de sutiã e fazendo caras e bocas... o que salvava era que ela realmente cantava direitinho. Aninha, discordo de vc: eu si divirtu (sic) em festinha com banda... sinceramente prefiro, para festas de formatura, uma banda: fica mais com cara de "Baile".

Muita coisa eu não posso escrever aqui... tá censurado.

Muitas beijocas, leitores queridos.

Em BsAs



Por mais que eu tente lhe dizer
O quanto eu sinto por você
Como é possível não saber
Que eu te quero

Esse aí na foto é o Felipe.
Quem tirou a foto fui eu.
E o trecho de música melada de novelinha da Globo é só para meus queridos leitores terem uma noção de quanto eu ando desnorteada por causa do mocinho aí na foto.

Muitas beijocas

Posted by Hello

Friday, October 08, 2004

Sobre BsAs

¡Ola!

¿Que tal?

Sim!! Para os mais desavisados, Loloca está temporariamente na terra de nuestros hermaños!!

É legal a ciudad, e nem está frio como eu esperava... nao tirei a tradicional fotinha com a sua cara enxertada num casal de dancarinos de Tango, e vou no show só hoje! O estádio do Boca é muito pequenino, e amanha vou no do River assistir ao jogo Argentina vs Uruguai pelas eliminatórias da Copa (aquela que eu sonho ir, mas nao conseguirei juntar $$ a tempo).

A comida é mais barata que no Rio... e o táxi, entao??

E o melhor de tudo: como viemos no meio da semana, o local ainda nao foi invadido por brasileños gastadores (na boa: brasileiro aqui parece japonês na disney...).

O Museu de Belas Artes até tem obras legais (em geral quadros menores de nomes conhecidos como Monet, Picasso...), mas o que eu mais gostei foi o Malba (Museu de Artes Latino Americanas). Esse sim é diferente.

Ah! E tem umas livrarias bacanas, com livros até interessantes, mas em español... (preguiiiiica de ler).

O namorado também está gostando, mas hoje tivemos que dar um jeito dele achar um computador para trabalhar. Taaaaao trabalhador o meu bonitinho!! Aí eu aproveitei pra vir dar notícias.

Muitas beijocas para todos!! Quem deixar comentário aqui ganha alfajor (ehehe como dá trabalho comentar e vcs ficam com preguica, estou tentando comprar manifestacoes de carinho e afeto, perceberam?).


Loloca.

Formaturas

Na terça-feira que passou me diverti à beça.

Nao... nao fui a nenhum parque temático, nem tampouco andar de patins no gelo. Fui na colaçao de grau de um monte de amigas, que se formaram em direito pela Uerj.

Tudo bem que em geral as pessoas nao gostam de colaçoes de grau... mas considerando que eu queria ser burocrata quando crescesse, a idéia nem fica tao absurda, né?

Defendo meu ponto de vista: o evento envolve um mundao de gente feliz, quase-bacharéis em direito (porque em 95% dos casos a colaçao de verdade, que envolve assinar o nome num livrinho, ainda nao aconteceu), pais e avós orgulhosíssimos, irmaos mais novos doidos para chegar a sua vez, primos, tios e amigos, muitos amigos. Eu me formei duas vezes... adorei ambas! E fiz questao da presença em massa da familia e amigos (quem se formou comigo deve lembrar da caravana de NF fazendo barulho). É um símbolo da entrada na vida adulta (sim, porque convenhamos que entrar na faculdade em si há muito já deixou de ser considerado assim, já que a gente continua em casa, e muitos parecem que acreditam ainda estar na escola - vide o turno da manha do direito la na uerj). Tem músicas, frases simpáticas e outras nem tanto... mas eu gosto mesmo é de ver os formandos felizes (ainda que derretendo sob as becas - pq eles nao fazem aquilo de um material melhorzinho?).

E nessa que eu fui na terça-feira tinha um monte de pessoas muito queridas com sorrisos imensos no rosto: além das venenosas Let, Bia Estrela e Carol Andriotti, tinha ainda a Bruna (grande companheira de treinos, agora sumida) e a Marcelinha Trigo (sem axagero umas das pessoas mais divertidas que eu conheço)... e o namorado da Martinha (o Flavio), que é moçoilas lá da fotinha comigo um pouco mais pra baixo.

Parabéns para minhas queridas formandas!!

Beijocas.


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